Conflito aconteceu na Avenida Dr. Álvaro Camargos, localizado no bairro São João Batista, em Venda Nova
Durante o intervalo do clássico entre Cruzeiro e Atlético, que ocorreu na nona rodada do Campeonato Mineiro, ambos os clubes usaram suas redes sociais para condenar as brigas entre torcidas que aconteceram antes do jogo, na manhã deste domingo (9). O confronto teve lugar na Avenida Dr. Álvaro Camargos, no bairro São João Batista, em Venda Nova.
Nas postagens realizadas no X (antigo Twitter), Cruzeiro e Atlético deixaram claro seu repúdio à violência, ressaltando que tais ações não representam os verdadeiros torcedores dos clubes. As notas divulgadas enfatizaram:
"É inaceitável que o futebol brasileiro ainda enfrente cenas de violência protagonizadas por bandidos disfarçados de torcedores. É fundamental que enfrentemos esse problema com seriedade, demandando uma ação firme das autoridades e punições severas para os envolvidos nesses episódios lamentáveis. A rivalidade deve se restringir ao campo, sempre fundamentada nos valores do esporte e no fair play”, declararam os clubes.
Além disso, em entrevista à rádio Itatiaia, o Tenente-Coronel Luiz Vitor, comandante do 49º Batalhão de Polícia Militar (BPM), revelou que 48 torcedores do Cruzeiro e 60 do Atlético estavam envolvidos na briga. Embora todos os envolvidos tenham sido identificados, apenas seis indivíduos foram conduzidos à delegacia para os devidos processos legais. O presidente da torcida organizada Máfia Azul Norte, que não estava no momento da briga, também foi conduzido.
Três torcedores do Atlético permanecem no Hospital Risoleta Neves mas não correm risco de morte. Eles vão ficar sob escolta policial até que possam ser conduzidos à delegacia e dois torcedores do Cruzeiro que foram atendidos UPA Venda Nova foram conduzidos à CEFLAN 4, na Av. Alípio de Melo.
*Em colaboração com o portal Itatiaia Esporte