A jovem foi atropelada na rodovia Comandante João Ribeiro de Barros, em Bauru, a 330 km de São Paulo
Fernanda Cristina Policarpo, de 29 anos, viveu uma situação pouco comum. Ela teve a morte erroneamente constatada por uma médica do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) após sofrer um acidente no dia 18 de janeiro. Dias depois, a mulher recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) nessa segunda-feira (26/1). O quadro dela é estável, segundo a Secretaria de Estado de Saúde de São Paulo.
Entenda o caso
A jovem foi atropelada na rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), em Bauru (a 330 km de São Paulo), na tarde do dia 18 de janeiro. O acidente aconteceu no km 352 da rodovia.
Na ocasião, o Samu foi acionado e a mulher teve o óbito atestado no local. A rodovia foi interditada e o Instituto Médico Legal (IML) foi acionado para remover o corpo, que chegou a ser coberto com uma manta térmica de alumínio.
Minutos depois, com a chegada do socorro da concessionária que administra a rodovia, outro médico reparou que a vítima apresentava sinais vitais, com movimentos respiratórios. A equipe realizou os procedimentos de reanimação na vítima, incluindo massagem cardíaca. Depois, ela foi encaminhada ao Hospital de Base de Bauru.
Profissional foi afastada
A médica do Samu, que não teve o nome divulgado, foi afastada do serviço no dia 20 de janeiro. Até então, Fernanda Policarpo estava internada na UTI, em estado considerado grave.
O atropelamento é investigado pela Polícia Civil. O motorista afirmou à polícia que a pedestre entrou repentinamente na pista para atravessá-la, sem que ele tivesse tempo suficiente para frear. Ele foi submetido ao teste do etilômetro, que descartou embriaguez.
A Prefeitura de Bauru diz conduzir uma sindicância para apurar o caso.
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