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Cachorra passa mal após ingerir 55 pedras de crack em Santa Catarina e tutora é presa em clínica

Publicada em: 21/04/2026 06:51 -

 

Veterinária confirmou que animal havia ingerido pedras de crack; mulher foi presa no local

Uma cachorra foi internada após ingerir 55 pedras de crack em Joinville, no Norte catarinense. O caso aconteceu na última sexta-feira (17), mas foi informado às autoridades nesta segunda (20). Conforme a Polícia Militar (PM), uma das tutoras foi presa em flagrante por maus-tratos e tráfico de drogas.

Como foi descoberto o entorpecente

A cadela da raça buldogue francês foi levada até o Centro Veterinário Floresta, na zona Sul de Joinville, na tarde da última sexta-feira (17). Segundo a PM, o animal estava acompanhado pelos tutores, um casal e sua filha

 

Um atendimento inicial foi feito por uma médica veterinária, que suspeitou do caso de intoxicação. Conforme a clínica, o relato dos tutores foi crucial para descobrir que o animal havia ingerido um material inusitado: 55 pedras de crack.

 

A cachorra vomitou parte da droga assim que chegou na clínica. Ao longo da internação, foram realizados exames de imagem, como ultrassonografia e raio-x, quando foi constatado que havia mais corpo estranho no estômago do animal.

Denúncia

O animal ficou internado na clínica durante todo o final de semana. Com a evolução do quadro de saúde, a clínica realizou uma denúncia formal à PM.

Quando uma equipe de policiais militares estava ao local, a família foi novamente à clínica para solicitar uma atualização sobre a situação da cachorra. Então, a PM fez o flagrante do caso e deu voz de prisão à filha do casal, após ela admitir que as pedras de crack encontradas dentro do animal eram suas.

Cachorra continua internada

O animal segue em acompanhamento. Conforme o Centro Veterinário Floresta, a cachorra está estável e recebeu a microchipagem. Além disso, uma pessoa já se disponibilizou para adotá-la após a alta.

Segundo a PM, o Centro de Bem-Estar Animal (CBEA) também foi acionado para acompanhar o caso e ficar responsável pelo animal após a alta da clínica — caso não houvesse um tutor responsável.

O caso deve ser investigado para esclarecer como e por que o animal teve acesso aos entorpecentes.



NSC Total

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